ATENÇÃO: Esse texto foi escrito em um momento de fúria. Contem palavras irônicas, sarcásticas e sem medidas. Pode causar risos, dores, decepção, surpresa, profundas mágoas, estranhas paixões ou nada.
É realmente impressionante o quanto uma pessoa tão insignificante pode afetar nossa vida. E mais do que isso, é impressionante o quanto a vida de algumas pessoas pode ser monótona, desinteressante e até mesmo inútil.
De todos os contos de fada que sonhei, ou sonho, e de todas as princesas delicadas e bondosas que já se contou histórias a que chega mais perto de mim, sem dúvidas, é a Fiona. E olha que estou falando da parte do ogro! Afinal me escondo ao escurecer para não mostrar minha verdadeira face, escondo minha parte feia, minha maldição, e porque não de quebra, sacrifico um amor por isso. Sou capaz de ficar com o baixinho, cruel, e bonitinho príncipe porque não posso assumir que amo ao ogro. Posso passar anos presa no alto de uma torre esperando para ser resgatada e no final me tornar grande amiga do meu dragão e derrotar, sem maiores problemas, os inimigos que aparecem no caminho ao castelo.
Enfim, me passo por fraca, sensível e delicada. Não que eu não seja, mas como ouvi uma vez de um amigo “mocismo tem limite!”. É, o meu tem mesmo. Ficar engolindo o próprio veneno e ficar medindo palavras para não piorar as coisas, não magoar as pessoas ou para não causar situações, digamos complicadas, está começando a me cansar. Palavras e atos não são medidos para me atingir, me magoar ou me machucar. A falta do tal “simancol” anda geral! Parentes, amigos, colegas, conhecidos e um estranho na rua que me disse que eu deveria perder alguns quilos.
Engolir sapos faz parte de qualquer relacionamento com grande convivência, mas to ficando cansada de segurar minha risada “porque cansou” e de contra peso agüentar risadas “porque são assim mesmo, o que se pode fazer?”. O que vale para mim vale para os outros... e vice versa.
Não vou, obviamente, perder o meu tempo fuçando a vida alheia e procurando coisas que posso juntar a minha ignorância e meus “achismos”, construir fortes babados, e sair por ai contando a quem tem ouvidos porque, afinal, tenho mais o que fazer. Mas também não pretendo ficar segurando minhas opiniões e esperando o dia que a santa verdade cairá dos céus e que tudo ficará bem e claro como água cristalina.
Tudo o que consegui até agora, sendo uma boa menina, foram amizades rompidas, falsas promessas, desconsideração, desinteresse, falta de respeito e, pra finalizar, mentiras e mais mentiras. Devo ser bem burra mesmo! Feia, idiota, desocupada ou no mínimo tenho a cara de tudo isso. E esqueci da parte de ser incapaz de cuidar da minha própria vida, que aliais é fácil, tranqüila e sem maiores problemas. Além de ser super interessante já que tem tanta gente pra assistir de camarote e pronto para dar suas úteis opiniões e fáceis resoluções a qualquer momento, eu precisando e querendo ou não.
Tem gente que é mesmo digno de pena. Que outro sentimento podemos sentir não é mesmo? Deve ser chato, triste ter uma vidinha monótona. Devem precisar realmente falar mal e rebaixar as outras pessoas para se sentirem alguém. Complexo de inferioridade é foda! Ou então é muito ego, né? Espero que de tanto inflarem um dia explodam em pequenas partículas de hipocrisia. Nossa, será que foi assim que o mundo foi criado?
Não sou do tipo que culpa e acha que tudo é inveja, mas em falta de capacidade e autoconfiança eu acredito. Ser mal amado e não querido também deve ser horrível. Se incomodar e precisar de um convite para sair com pessoas que nem são tudo isso para se sentir “por dentro” deve ser mesmo humilhante. É de incomodar qualquer um! Ter que se limitar e ter tudo só entre aquelas paredes e não entender que existe vida fora daquilo, deve ser difícil. Eu não queria, não quero, ser assim!
“Gives you hell – The All-American Rejects”
Resumindo...
ResponderExcluir"você esta PUTAAAAAA...cagando e andando, para não fazer monte grande' rsrsrsr
Este post só podia ser meu mesmo!!
bjss
Fi